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Reunião do Colegiado: Equipe finaliza o primeiro ciclo de avaliação de indicadores de desempenho do Governo SC

 

 

Nesta terça-feira, 13, em reunião do colegiado, no teatro Pedro Ivo na Capital, foi concluído o primeiro ciclo de avaliação dos indicadores de desempenho do Governo catarinense deste ano. Em seis encontros, foram mensurados, avaliados e aprimorados (quando necessários), 38, dos 261, indicadores mapeados das áreas de Infraestrutura e Mobilidade, Desenvolvimento Econômico, Desenvolvimento Social e Gestão Pública. Na próxima semana, após o encontro do colegiado amplo, reunindo os gestores de todas as pastas, deverão ser definidos os próximos indicadores que serão avaliados no segundo ciclo, até totalizar a revisão em todos.

“Trabalhar com avaliação e mensuração de indicadores é uma constante, pois mesmo aqueles que já atingiram excelência continuam evoluindo, seja pela necessidade de inclusão de novos projetos que chegam ou seja pelo mapeamento de novas metas a serem perseguidas”, explica o coordenador do programa de Gestão de Desempenho, Giovani Cardoso Pacheco.

Indicadores analisados hoje

Na reunião de hoje, foram apresentados  oito indicadores das seguintes pastas: SC Par, apresentou o percentual de evolução de Parcerias Público e Privadas (PPP)  e etapas de concessões;  a Casa Civil, os valores liberados em emendas parlamentares obrigatórias – destinadas às demais áreas, exceto educação, saúde e municípios, liquidadas no exercício, com destaque para a projeção em quatro anos, de recorde de liberação de mais de um bilhão em emendas; o Eproj mostrou o percentual de projetos gerenciados dentro do método de gestão proposto; o Iprev trouxe o indicador de sua responsabilidade que mostra o desequilíbrio entre receita e despesas, aumentando o déficit previdenciário,  mas enfatizando uma possibilidade de melhoria com base na monetização dos ativos estaduais; o Badesc mostrou os valores disponibilizados em operações de crédito, em milhões de reais, em relação aos valores cedidos pelo Governo no acumulado do ano; a Educação apresentou o mínimo constitucional  de aplicação da receita líquida de impostos (RLI) na manutenção e no desenvolvimento da Educação ; a Saúde, as emendas parlamentares obrigatórias liquidadas no exercício, enquanto a Fazenda trouxe os gargalos entre recursos captados e não executados e operações de créditos com recursos arrecadado e usados em projetos em curso mas que dependem de outros trâmites para serem liquidados.  

A Procuradoria – Geral do Estado terá novas metas para perseguir uma vez que os indicadores atingiram os níveis estipulados para o período.

Ao fim do encontro, a equipe técnica de gestores e servidores se reúnem para afinar detalhes das próximas apresentações, desenhando roteiros mais ágeis para melhor entendimento dos envolvidos. “É importante destacar, que os encontros sobre as avaliações não servem para fazer comparativos entre indicadores, mas para mensurar os potenciais de evolução e o que está traçado no plano de trabalho para atingir as metas planejadas”, disse Pacheco no final da reunião.