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Carlos Moisés reassume o governo catarinense, anuncia investimentos e nomes para o colegiado

No primeiro escalão do governo estão confirmados o retorno de Jorge Eduardo Tasca para a secretaria de Estado da Administração, Lucas Esmeraldino para a secretaria de Articulação Nacional, André Alves para a Casa Militar e Alisson de Bom de Souza para a Procuradoria-Geral do Estado. Em edição extra do Diário Oficial do Estado deste sábado foram publicados os nomes de Eron Giordani, que assume a Casa Civil, Jefferson Douglas da Silva, para a Secretaria Executiva de Comunicação e Celso Lopes de Albuquerque Junior, que vai para a pasta de Desenvolvimento Econômico e Sustentável, além de nomes para a recomposição de cargos de assessorias e diretorias.

Investimentos

Ao ser absolvido em processo de impeachment pelo cumprimento de decisão judicial concedendo paridade remuneratória aos procuradores do Estado, o Governador Carlos Moisés concedeu entrevista coletiva à imprensa e além de anunciar já alguns nomes do primeiro escalão, também apresentou um plano de investimentos para aceleração do crescimento econômico, saneamento hídrico e continuidade ao enfrentamento da crise do novo Coronavírus.

Os investimentos serão em todas as regiões de Santa Catarina. Na infraestrutura, o valor chega a R$ 5,5 bilhões. Para a retomada da economia, serão empregados R$ 2,3 bilhões. No planejamento hídrico, o aporte será de R$ 1,7 bilhão, para controle e prevenção à estiagem especialmente no Oeste do Estado.

“Nós projetamos os próximos dois anos tendo muita confiança na Justiça. Arrumamos a casa nestes dois primeiros anos, 2019 e 2020, e agora planejamos o futuro. Quem não planeja não sabe para onde vai. Precisamos pensar o nosso Estado para os próximos 20, 30 anos”, destacou o governador.

Sobre o processo de impeachment o governador destacou que foi feita a justiça. “Hoje é um dia histórico para Santa Catarina. Um dia em que a verdade e a justiça foram restabelecidas. Nós sempre defendemos a ausência de justa causa e de um motivo legal que embasasse a representação contra o governador. Entendemos que um processo eminentemente político não poderia prosperar. Porém, ele nos faz refletir e avaliar a importância do relacionamento com poderes e órgãos. Queremos olhar para frente, aprender com os erros, não esquecer o passado e projetar o futuro”, destacou Carlos Moisés.


 

Texto- Krislei Oechsler- ASCOM/SEA
Colaboração de Leonardo Gorges – SECOM
Arte- Rafaela Fiamoncini Gesser ASCOM/SEA